Juiz marca julgamento do pedido de indenização de família contra médica acusada de matar verdureiro | Mato Grosso

Juiz marca julgamento do pedido de indenização de família contra médica acusada de matar verdureiro | Mato Grosso
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A Justiça marcou o julgamento do pedido de indenização da família contra médica acusada de atropelar um verdureiro, na avenida Miguel Sutil, em Cuiabá, no ano de 2018. O julgamento do caso foi marcado para o dia 10 de novembro, no Fórum de Cuiabá.

A data do julgamento foi publicada no Diário de Justiça Eletrônico, nesta quinta-feira (30).

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Letícia Bortolini, de 37 anos, estava com o marido em um carro quando atropelaram vendedor ambulante em Cuiabá — Foto: Clínica Letícia Bortolini

Letícia Bortolini, de 37 anos, estava com o marido em um carro quando atropelaram vendedor ambulante em Cuiabá — Foto: Clínica Letícia Bortolini

A defesa da médica tentou por duas vezes livrar a médica do pedido de indenização. Na primeira vez argumentou que as filhas não teriam afeto pelo pai, por tê-lo deixado bêbado caminhando na via.

Depois, houve a alegação de que a culpa seria da Prefeitura de Cuiabá, por não ter sinalizado o local e pela falta de iluminação.

Os dois argumentos foram negados pelo juiz Jones Gattas Dias, da 6ª Vara Cível de Cuiabá.

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Francisco Lúcio Maia, de 48 anos, foi atropelado e morto por carro dirigido por médica em Cuiabá — Foto: Arquivo pessoal

Francisco Lúcio Maia, de 48 anos, foi atropelado e morto por carro dirigido por médica em Cuiabá — Foto: Arquivo pessoal

O atropelamento do verdureiro ocorreu por volta de 20h do dia 14 de abril. O veículo da médica seguia pela Avenida Miguel Sutil, sentido bairro/Centro.

A vítima foi atingida pelo veículo no momento que terminava de atravessar a via.

O verdureiro tentava subir com seu carrinho na calçada quando foi atingido pelo carro e morreu no local.

O veículo não parou para prestar socorro e foi encontrado em um condomínio no bairro Jardim Itália, na capital, após uma testemunha seguir o veículo e informar a polícia.

Uma testemunha viu a cena e seguiu o carro da médica, que entrou em um condomínio no Bairro Jardim Itália, em Cuiabá.

A filha da vítima, Francenilda da Silva, diz que espera justiça. “Meu pai era um homem de bem. A morte dele é muito dolorida. Ele merece ser reconhecido e que as leis sejam aplicadas de forma correta”, afirmou.

Ela foi solta dois dias depois sob a alegação de que ela tem um filho com 1 ano de idade e que precisa dos cuidados dela. Desde então, ela permanece em liberdade, atuando como médica na capital.

O Noroeste
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