Dificuldade de acesso devido à chuva e instabilidade no sistema prejudicam atualização de dados sobre vacinação em MT | Mato Grosso

Dificuldade de acesso devido à chuva e instabilidade no sistema prejudicam atualização de dados sobre vacinação em MT | Mato Grosso
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A dificuldade para acesso a algumas regiões do estado por causa das chuvas, instabilidade do sistema de atualização da vacinação do Ministério da Saúde, equívoco quanto a distribuição do volume de vacinas e falta de servidores pelo afastamento por causa da Covid-19 são alguns dos problemas enfrentados pelos municípios para conseguirem vacinar os moradores.

As informações constam em uma nota conjunta da Associação Mato-grossense dos Municípios (AMM) e do Conselho de Secretarias Municipais de Saúde de Mato Grosso (COSEMS-MT).

A nota foi emitida após uma cobrança feita pelo governo estadual acerca da transparência nos dados de aplicações de vacinas nos municípios de MT.

Conforme o documento, até o momento o estado recebeu 447.960 doses, dessas 406.190 já estão sendo aplicadas pelos municípios, sendo os grupos prioritários contemplados com a 1ª dose, abrangendo uma população de 309.065 (76%), e a 2ª dose 97.125 (23,9%).

Encontram-se lançados no sistema oficial SIPNI um total de 239.516 (58,9%) doses, 174.968 (56%) que já receberam a 1ª dose e 64.548 (66%) com a 2ª dose.

A orientação, conforme a nota, é para que todos os registros das doses aplicadas nas atividades de vacinação extramuros, como, por exemplo, áreas remotas, drive-thru, vacinação casa a casa, e em pontos estratégicos sem conexão com internet, sejam realizados no prazo máximo de 48 horas após a ação.

“É necessário esclarecer que o último lote recebido não garante a vacinação de 10 doses, sendo possível realizar somente 9 doses. Diante disso, os municípios estão seguindo a orientação de realizar a queixa técnica no Notivisa, mas já existe uma preocupação em relação ao impacto que essa perda técnica poderá causar nos números apresentados diante dos sistemas de informações oficiais, o que causa transtorno e desconforto no trabalho das equipes e dos gestores”, diz trecho do documento.

Além disso, as equipes estão reduzidas e sobrecarregadas, em virtude de contaminação dos profissionais da saúde, treinamentos e atualizações na operacionalização do sistema, demandando um tempo que no momento atual compromete as ações dos municípios.

O Noroeste
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