Com 1.300 mortes por Covid em 24h, Brasil alcança a 3ª maior média móvel de óbitos da pandemia

Com 1.300 mortes por Covid em 24h, Brasil alcança a 3ª maior média móvel de óbitos da pandemia
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SÃO PAULO, SP (FOLHAPRESS) – O Brasil registrou 1.370 mortes por Covid-19 e 63.090 casos da doença, nesta terça-feira (23). Com isso, o país chegou a 248.646 óbitos e a 10.260.621 pessoas infectadas pelo Sars-CoV-2 desde o começo da pandemia.

A média móvel de mortes alcançou o terceiro maior valor já registrado, 1.095. Somente os dias 25 de julho (1.095) e 14 de fevereiro de 2021 (1.105) tiveram médias maiores.

Os dados do país são fruto de colaboração entre Folha de S.Paulo, UOL, O Estado de S. Paulo, Extra, O Globo e G1 para reunir e divulgar os números relativos à pandemia do novo coronavírus. As informações são coletadas diretamente com as Secretarias de Saúde estaduais.

Além dos dados diários, o jornal Folha de S.Paulo também mostra a chamada média móvel. O recurso estatístico busca dar uma visão melhor da evolução da doença, pois atenua números isolados que fujam do padrão. A média móvel é calculada somando o resultado dos últimos sete dias, dividindo por sete.

De acordo com os dados coletados até as 20h, a média de mortes nos últimos sete dias é de 1.095, aumento de 6% em relação ao dado de 14 dias atrás (1.029). Isso representa uma situação de estabilidade.

O consórcio também atualizou informações repassadas sobre a vacinação contra a Covid-19 por 24 estados e o Distrito Federal.

Foram aplicadas no total 7.517.429 doses de vacina (6.087.811 da primeira dose e 1.429.618 da segunda dose), de acordo com as informações disponibilizadas pelas secretarias de Saúde. Só nesta terça, foram 105.171 primeiras doses e 160.613 segundas.

As vacinas disponíveis no Brasil são a Coronavac, do Butantan em parceria com a farmacêutica Sinovac, e a Covishield, imunizante da Fiocruz desenvolvido pela parceria entre a Universidade de Oxford e a AstraZeneca.

A iniciativa do consórcio de veículos de imprensa ocorre em resposta às atitudes do governo Jair Bolsonaro (sem partido), que ameaçou sonegar dados, atrasou boletins sobre a doença e tirou informações do ar, com a interrupção da divulgação dos totais de casos e mortes. Além disso, o governo divulgou dados conflitantes.

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