Governo prorroga contrato de fornecimento de oxigênio ao Hospital Metropolitano em Várzea Grande (MT) por mais 6 meses | Mato Grosso

Governo prorroga contrato de fornecimento de oxigênio ao Hospital Metropolitano em Várzea Grande (MT) por mais 6 meses | Mato Grosso
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A Secretaria Estadual de Saúde (SES) prorrogou o prazo do contrato com a empresa que fornece o abastecimento de oxigênio medicinal no Hospital Metropolitano, em Várzea Grande, por mais seis meses, após aumento de casos de Covid-19 no estado e mortes causadas por falta de cilindros de oxigênio em Manaus (AM).

O contrato, no valor de R$ 880,9 mil, foi assinado em maio do ano passado e valia até novembro de 2020.

Com o termo aditivo, também no valor de R$ 880,9 mil, a prestação de serviço de fornecimento de gases medicinais para o Hospital Metropolitano deverá ser feita até maio de 2021.

A medida é necessária devido ao aumento no número mortes e internações registrados em Mato Grosso, principalmente na região metropolitana, e para evitar que o desabastecimento ocorra no estado, assim como ocorreu em Manaus (AM).

Em Várzea Grande, onde fica o Hospital Metropolitano, já foram registrados mais de 14 mil casos de coronavírus e 608 pessoas morreram por causa da doença até esta quinta-feira (28).

O hospital está com 71% dos leitos de UTI para pacientes com Covid-19 ocupados. A taxa de ocupação na enfermaria da unidade é de 63%.

As mortes em decorrência da Covid-19 aumentaram 153% em dois meses em Mato Grosso. Do dia 1° de novembro 2020 até o dia 26 do mesmo mês o estado registrou 186 mortes. Já neste mês, até essa terça-feira (26), foram 471 óbitos por causa da doença.

Se comparado aos mesmos 26 dias de dezembro, quando foram 259 mortes, o aumento foi de 81%.

O estado atingiu a maior média móvel de casos de Covid-19 em janeiro, desde que o estado saiu do pico da pandemia.

Na semana do pico, no fim de julho de 2020, a média de casos por dia foi de 1.498.

Na segunda semana de janeiro, o índice atingiu 1.308 casos diários.

Após o pico, em julho, o estado teve uma desaceleração no número de pessoas infectadas, entre agosto e outubro. Essa redução foi interrompida em novembro, quando a curva epidêmica voltou a crescer.

O Noroeste
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